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MyGames (C) 2010
Final Fantasy XIII
05/03/2010 criado por Daniel Silvestre
Final Fantasy XIII
Com cerca de cinco anos de produção, e com um legado por manter e um género inteiro para defender, Final Fantasy XIII é um dos jogos mais aguardados dos últimos tempos. A aproximação do seu lançamento foi marcada por uma perda de exclusividade da PS3, fazendo aparecer pela segunda vez um Final Fantasy numeral na Xbox 360, assim como as picardias já clássicas entre os fanboys de cada consola, relativamente a gráficos e à questão dos multi-DVD. No entanto, a prova de fogo de Final Fantasy XIII veio de um rival inesperado criado pela Bioware - o RPG de acção Mass Effect 2, que conseguiu abrir o ano em grande e elevar os RPG’s ocidentais a novos patamares.

A vida não parece fácil para Final Fantasy XIII, mas a verdade é que a chegada da série à nova geração é sem dúvida um passo importante e mais um marco na indústria dos videojogos, por ser uma franchise que explora os novos horizontes dos videojogos, tanto a nível visual como a nível de enredo, e que prende o jogador até ao fim da história. Será que a tradição se mantém com Final Fantasy XIII?

Final Fantasy XIII
conta a história de várias personagens, todas vítimas da mesma infelicidade de estarem no sítio errado à hora  errada. Com o aparecimento do fal'cie de Pulse, uma espécie de deus criador entre vários deste mundo, Serah, a irmã de Lightning (personagem principal) e esposa de Snow, o chefe da resistência de Coocon, é transformada num l'cie, ou seja, uma escolhida para levar a cabo uma tarefa a mandado do fal'cie, a qual tem de ser concluída,  sob o risco de transformar Serah num monstro caso esta acabe por falhar.

Com o avanço dos acontecimentos, Lightning acaba por se juntar a Sazh, um oficial com uma afro de respeito onde vive um chocobo bebé, e mais tarde a Snow, Vanille, uma rapariga despreocupada de cabelos ruivos, e Hope, uma criança cega de vingança contra Snow. Todos estes acabam por descobrir Serah, apenas para a ver transformar-se em cristal e para serem todos transformados em l'cie, com uma missão por fazer não  especificada.

Apesar do início algo abrupto e confuso de Final Fantasy XIII, a história vai sendo revelada a pouco e pouco, dando mais detalhes sobre os acontecimentos que levam até à aventura principal. Para além disso, todas as personagens têm muito para explicar e contar umas às outras, de forma a ajudar a perceber os seus motivos e objectivos para continuar a lutar.

Algo que notei, à medida que a história avança, é que estas são muito certamente as personagens mais credíveis de toda a série. Lightning é provavelmente a melhor personagem principal de toda a saga numeral, sendo carismática, determinada e quase sempre absorta nos seus problemas, que não passam por salvar o mundo, mas sim destruir a ameaça. Mas não é só em Lightning que reside o núcleo de Final Fantasy XIII, visto que todas personagens restantes são poços de carisma e profundidade psicológica, desde a máscara feliz de Vanille até à atitude desesperada de Snow de querer resgatar a sua amada. Com algumas horas de jogo, até Hope, para mim a personagem, mais fraca e desinteressante do jogo, já tinha dado ar da sua graça e notava-se que este estava claramente a evoluir e ganhar uma personalidade mais interessante. Falta ainda mencionar Fang, a última personagem da equipa, mas esta deixo para vocês conhecerem melhor.

Algo que também ajuda à progressão do enredo e à compreensão da história que cada personagem tem para contar é a separação constante que os heróis sofrem à medida que o jogo avança, pelo menos durante as primeiras horas. As equipas de personagens vão variando sistematicamente e isso faz com que as opiniões ou amizades se vão moldando, o que também ajuda o jogador a identificar-se cada vez mais com cada um dos heróis. Uma opção bem tomada e que ajuda a conferir ainda mais profundidade à história e aos protagonistas.

Jogar Final Fantasy XIII no terreno de combate é, em si, uma experiência muito similar ao que acontecia nos anteriores, com especial referência a Final Fantasy XII.
Aqui, os cenários são construídos quase como corredores que precisam de ser passados para chegar à próxima área. A câmara é totalmente 3D e podem rodá-la em torno da vossa personagem, para explorar os cenários por globos com itens, alavancas, NPC's e, claro, os já recorrentes inimigos.

Por vezes, o jogo apresenta-nos diferentes actividades para fazer enquanto exploramos os cenários, servindo de exemplo o momento em que Hope sobe a bordo de uma máquina de Pulse e onde podemos controlar a mesma durante alguns momentos, batendo em tudo o que é inimigo e destruindo barreiras que aparecem pelo caminho. É apenas um exemplo de alguns momentos com os quais se vão deparar e que ajudam a dar um pouco mais de variedade.

Tal como sucedia em Final Fantasy XII, também Final Fantasy XIII mostra os inimigos nos cenários, mas agora, em vez de iniciar o combate directamente na área de exploração, dá-se uma transição à moda antiga para uma arena de combate própria, fazendo voltar os combates por turnos. A forma como atacam o grupo de inimigos vai influenciar o início do combate; se o inimigo estiver consciente da vossa presença, o combate inicia normalmente, mas se conseguirem apanhar o grupo distraído, ganham o direito a iniciar o combate em vantagem, com a barra de Stagger dos inimigos quase cheia. Mas o que é o Stagger? Para explicar isto, é melhor começar por explicar como funciona o novo sistema de combate.

Quando entram em contacto com um inimigo e o combate inicia, as vossas personagens são colocadas numa zona própria. Ao contrário de outros Final Fantasy, em Final Fantasy XIII só controlam directamente uma personagem principal, que funciona como líder, sendo todas as outras controladas pela inteligência artificial ou então pelos comandos rápidos que colocamos através do novo sistema Paradigm Shift. Com este sistema podem alterar a prioridade de acções de cada personagem, obrigando-os a curar, colocar efeitos negativos no inimigo ou benefícios na equipa, infligir dano directo, entre outras coisas que podem aumentar consoante a aventura avança.

Para tomar uma acção de combate, e caso não tenham apanhado os inimigos desprevenidos, precisam de guiar-se pela ATB, que regressa de outros Final Fantasy. Em Final Fantasy XIII, esta barra de tempo pode estar dividida em vários segmentos, consoante a evolução da vossa personagem, e quanto maior esta for, mais ataques ou ordens podem colocar para encadear acções. É necessário dizer que cada classe activada no Paradigm Shift altera os ataques, por isso, e caso mudem de Paradigm, também as vossas acções mudam, bloqueando as de outras classes. Outra adição bem-vinda é o ataque automático, que faz a personagem escolher a melhor combinação de habilidades para usar autonomamente, o que poupa trabalho em combates mais simples ou inimigos mais fracos.
Normalmente, tanto as personagens como os monstros vão deambulando pelo cenário à medida que tomam as suas acções, mas isto não funciona apenas para tornar tudo mais dinâmico; existem várias magias ou habilidades que atacam toda uma área, logo, todos os inimigos que estão dentro da mesma sofrem dano. Isto ajuda claramente a usar um pouco mais de estratégia e esperar pela altura ideal para usar a habilidade certa, o que, aliado à ameaça que cada inimigo constitui e à sua barra de Stagger, confere uma maior estratégia e profundidade à mecânica de jogo.
Voltando então ao Stagger, esta nova barra funciona como um medidor de fraqueza/medo nos inimigos. Quanto mais baterem num adversário, mais cheia fica a barra, e assim que esta chega ao limite, o inimigo entra em estado de pânico, atacando menos frequentemente e levando muito mais dano. Quanto mais atacarem durante este estado, mais o multiplicador sobe, e o dano que cada golpe inflige vai aumentando significativamente, oferecendo vitórias mais fáceis, algo essencial contra os muitos bosses que encontram pelo caminho e que exigem estratégias ainda mais elaboradas.

Mas Final Fantasy XIII não seria um membro digno da série se não tivesse acesso a qualquer tipo de criatura invocável. Aqui, os Summons são conhecidos por Eidolons e podem ser invocados em combate usando TP, ou Tactical Points. Se tiverem um número suficiente de pontos, podem invocar o vosso Eidolon para ajudar em combate durante algum tempo, fazendo as restantes personagens desaparecer. Enquanto em estado normal, há que tentar ao máximo infligir dano para aumentar a barra de Gestalt, pois quanto mais cheia esta estiver, mais tempo podem ter o vosso Eidolon activo durante o seu estado Gestalt, uma transformação que coloca a personagem em controlo e permite atacar, realizando combinações de botões até o tempo útil acabar e este desaparecer da arena. Os Eidolons são sem dúvida uma mais-valia no combate e, quando bem utilizados, podem mudar o rumo da batalha.

Quando a luta chega ao fim, é mostrado o ecrã de resultado que avalia a vossa prestação por tempo, dano causado, pontos de prestação em combate, e as estrelas que classificam a vossa eficácia, de 1 a 5; quanto mais alto for o vosso ranking, mais percentagem de TP recebem de
volta para utilizar em combate. A vossa vida é totalmente restaurada e ganham uma quantia de Crystogen Points, a moeda de troca para o Crystarium System, isto é, o sistema de Final Fantasy XIII onde fazem evoluir a vossa personagem.

A início, o Crystarium System pode parecer algo confuso ou até mesmo demasiado directo, sem grande escolha na direcção, mas à medida que desbloquearem mais classes e mais patamares de Crystarium, vão perder-se facilmente na quantidade abismal de módulos que podem comprar, sejam eles de vida, ataque, magia, habilidade, slots para equipar items e por aí em diante. Cada classe tem as suas habilidades e especialidades, mas vão certamente sentir-se tentados a desbloquear todos os slots para tornar a vossa personagem o mais forte possível. Uma boa novidade é ver que mesmo que as outras personagens não participem no combate, os seus CP também aumentam e podem ser gastos assim que temos acesso à personagem, não tornando nenhuma delas obsoletas com o passar do tempo.

Em Final Fantasy XIII continua a ser possível equipar a vossa personagem com armas e armaduras que podem até conferir algumas habilidades extra além do simples ataque ou defesa. As lojas podem ser acedidas através dos save-points e é também aqui que podem fazer melhoramentos aos vossos items, utilizando os despojos
caídos dos inimigos derrotados. Não é um sistema tão profundo como outros RPG, mas ainda oferece hipóteses bastante viciantes para qualquer jogador.

Algo que muitos de vocês devem querer saber por esta altura é se a componente visual de Final Fantasy XIII é tão boa como as imagens mostram, e de facto é. Final Fantasy XIII é sem dúvida um dos jogos com melhor componente visual desta geração, e tudo isto sem se desviar do seu estilo tipicamente anime ou oriental. À medida que vão jogando, é impossível não ficarem deslumbrados com o detalhe que foi colocado em cada uma das personagens e cenários que vão visitando. Quase tudo respira a fantasia e sítios de um outro mundo, e é isso mesmo que se espera de um membro da série Final Fantasy. As personagens são do mais expressivo que se pode ver e os seus modelos estão tão trabalhados que é possível ver as imperfeições na pele e as linhas que compõem as roupas das personagens, e tudo isto no motor in-game, pois quando entram as cinemáticas, então Final Fantasy XIII consegue igualar ou superar muito do que se consegue ver no cinema em termos de animação. Realmente assombroso.

O trabalho sonoro não fica de forma alguma atrás do visual, com uma banda sonora fabulosa e notoriamente bem trabalhada, que mostra que Final Fantasy XIII consegue viver sem Nobuo Uematsu. As vozes foram todas muito bem escolhidas e estão nos sítios certos, ajudadas
com a já revelada sincronização labial. É bom ver que em termos sonoros não há queixas a fazer de um RPG oriental, o que é de louvar, tendo em conta outros RPG do género que ainda tendem em aparecer.

No que toca a tempo de jogo e conteúdo para explorar, podem contar com pelo menos 50 horas de jogo, onde vão passar pelo menos as primeiras 15/20 a ser parcialmente guiados pelos cenários até ao objectivo. Isto não é mau de todo e ajuda a perceber bem a jogabilidade e a história, mas é pena a liberdade de exploração não arrancar umas horas mais cedo, pois com 10 horas de jogo já toda a gente percebeu como se joga Final Fantasy XIII.
Outro pormenor que me agradou imenso foi a presença de uma breve explicação do estado da narrativa após um loading de jogo. Ideal para ajudar a voltar à história após algum tempo sem jogar.

Por esta altura já devem ter visto a nota final e já perceberam que Final Fantasy XIII é efectivamente mais um bom Final Fantasy como era de esperar, mas não está isento de erros ou problemas. A começar pelo modelo das mãos, que parecem estranhamente quadradas quando comparadas com todo o detalhe da personagem, havendo também alturas em
que as armas parecem ter menos impacto do que seria de esperar, não correspondendo ao que seria um impacto real; por fim, as plataformas que as personagens costumam saltar dão lugar a animações deveras estranhas, que mereciam mais polimento.

Mas estes pequenos pormenores são quase ínfimos quando comparados com tudo o que Final Fantasy XIII oferece aos jogadores. Alguns podem olhar para este jogo como mais um RPG oriental, ultrapassado face às actuais propostas de mercado oferecidas por RPG ocidentais. Mas a verdade é que Final Fantasy XIII faz parte de um género próprio dentro dos muitos estilos de RPG e traz de volta o estilo ocidental pelo qual milhares de jogadores ficaram obcecados ao longo dos anos. Este é daqueles jogos que procurou evoluir a sua série mesmo sem perder as suas origens, com heróis de cabelo espetado e combates por turnos, e desta forma manter, sem dúvida, a sua identidade.

Se são fãs da série Final Fantasy, então não devem deixar escapar Final Fantasy XIII; se nunca experimentaram nenhum dos episódios anteriores e são daqueles que conseguem diferenciar os diferentes géneros dentro dos RPG, sem estarem sempre a comparar com outros que tentam ser muito mais realistas, como é o caso de Mass Effect 2, então embarquem nesta viagem por Pulse sem pensar duas vezes. Final Fantasy XIII é, em todos os aspectos, mais um colosso dos videojogos.

Podem ver mais sobre Final Fantasy XIII e outras referências desta análise nos links seguintes:
Notícias - Final Fantasy XIII
Galeria de imagens - Final Fantasy XIII
Galeria de vídeos - Final Fantasy XIII
Tutorial de combate - Final Fantasy XIII
Análise - Mass Effect 2
Análise - Final Fantasy XII

97

91

95

91

94
94
Excelente

 

Apresentação visual de luxo
Personagens carismáticas no geral
Banda sonora e vozes de excelência
Bom sistema de combate
Evolução das personagens é bastante gratificante
Há pouca exploração até meio da história
Algumas personagens tomam decisões algo "pirosas"
Os modelos das mãos são muito fracos
As "plataformas" eram desnecessárias
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93 COMENTÁRIOS

Gctl
06-10-2011 17:53:19
No geral adorei o jogo, excepto uns problemazitos de camara e outras miudices, mas fora isso este jogo é um must have para todos os fas de RPG nao shoter (gracas a deus). A linearidade e um pouco aborrecida no inicio, mas depois de passar o jogo tem-se aquela sensação de que ... o mundo é teu!
Mais umas horitas a farmar e será a minha proxima platina :D
narutoD.luffy
04-01-2011 23:30:44
eu ainda o tou a jogar parei uns tempos e tal eu adoro a serie final fantasy comexei com o 7 pai km 10 anos nao o joguei pk nao entendia muito de ingles depois um amigo meu empestoume o 9 e devorei.u lol e depois passei u 7 de vez e depois u 8 e depois o 10 u 10-2 o 1 o 2 o 4 o 5 o 6 e o 12 lol
falta o 13 para esperar de consciencia tranquila pelo versus13 xDDDDD
tipo depois de passares o jogo nao podes continuar a historia para faxer os side quests?
Jakejonh
28-12-2010 23:56:00
Agora que já consegui acabar o jogo posso dizer que foi dos melhores que já joguei!! O final é um pouco inesperado, e ligeiramente triste, mas na minha opinião foi dos melhores jogos que já joguei até agora
Behemoth_BR
27-09-2010 13:28:10
As pessoas se queixam de o jogo ser linear até o capítulo 10 de 13. Mas os 3 últimos levam mais tempo do que os 10 anteriores (que não considero ruins por serem lineares). Eu curti nos capítulo 11-12 as sensações de antigos FFs. Andei pra onde queria, matando quem queria e fiquei bastante forte. Matei o segundo Barthandelus de primeira e sem muito sofrimento. Para mim, o sistema de batalha e desenvolvimento está show de bola, e ultra original. O gráfico, nem se fala. Não é qualquer jogo que faz vc ficar virando a camera só pra olhar o cenário (confessem, vcs fizeram isso tb). Bem, resumindo: FFXiii pra mim não deixa a desejar. Concordo totalmente com a análise. PS: E quem está querendo de qqr forma um idêntico ao VII, liga a PSOne e joga ele de novo. Pronto... Aquele era aquele...
Jakejonh
25-09-2010 9:38:44
JFVJ, este jogo pode desapontar em alguns aspectos a algumas pessoas, mas para mim foi so ao principio e depois foi sempre a andar, a historia pode ser um pouco confusa no principio, mas à medida que avanças vais percebendo melhor o que se passa no jogo, e vai-te dando mais vontade de jogar, e acredita que em relação aos bosses são mesmo muito difíceis, comprei o jogo pouco depois de ter saído e ainda não acabei, mas tambem depende do quanto estas evoluido, o que eu acho que estou, apenas não consigo formular uma estratégia para o vencer
Gamer94
14-09-2010 1:28:31
Quando é qe os gajos da square enix fazem um jogo como os antigos o Final Fantasy IX é um bom exemplo de nostalgia na série
Estes novos tipo o XII ou XIII sao uma seca comparados com os velhos
Kizanague101
09-09-2010 21:33:31
sinceramente não sei se deva comprar, estou com dúvidas. Já ouvi de todo o tipo de comentários sobre o jogo, bons e maus. Gosto bastante dos jogos final fantasy e gostava de comprar, mas não sei bem...o jogo parece-me estar muito bom
Gamer94
07-07-2010 12:59:05
A square enix devia de voltar a fazer jogos com personagens do tipo de FF IX estas não metem muita piada e a historia é menos cativante mas mesmo assim é muito bom
JFVJ
29-06-2010 13:35:32
Ja ouvi gente a dizer mal do jogo, outros a dizer bem... ja nao percebo. De qualquer maneira, quanto a longevidade do jogo? É tão longo como por exemplo a Final Fantasy X onde precisamos de 100h+ para completar tudo?

Vi alguem aqui a dizer que este jogo não tem bosses dificeis como na Final Fantasy X(Pennance). Não há bosses que nos desafiem pela sua dificualdade?

Fabio
Tidus31
23-06-2010 23:38:02
@Daniel Silvestre
"Algumas personagens tomam decisões algo "pirosas" ". Estás a falar do que?
Se falas a nível de combate, eu percebo. Como lançarem faith a um comando e um bravery a um ravager, ou ter 4 segmentos de ATB, e um haste custar 2atb's, devia lançar haste e mais outra habilidade, o que ás vezes, pode lixar uma estratégia. Se falas a nível de história e comportamentos, eu tou o desconto, são culturas diferentes, sensibilidades diferentes e o público alvo é sempre o japonês.
Eu até curto as lamechiches, é o q torna mais ternurento :P, em vez de um Diablo ou Dragon Age q é mais frio a nível sentimental e cheio de heróis durões e rijos, o rpg's orientais ñ apostam nos durões, mas sim, no herói improvável, como uma espécie dum Frodo, como se diz no filme "quem diria q os hobbits, poderiam decidir o destino do mundo", e o final fantasy aposta mto nessa linha. Ñ tm uma história tão envolvente ou épica como o FFX, mas derrotar inimigos com HP de 400.000 ou 1.000.000, pd se tornar em batalhas épicas, enquando tu só tens 1.000 ou 4.000 d HP, tens puxar bastante pela cabeça, inimigos destes, põem o Sin num canto. O Sin neste jogo seria um espécie d mini-boss. Os personagens são carismáticos, acho q Vanille e a Fang, são lésbicas, lol, o q seria giro, pois seriam as 1ªs personagens gays dum jogo. O Sashz q perdeu o filho, a Lightining perdeu a sua irmã e recrimina-se pelo excesso d frieza, Snow q querer lutar por aquela q ele ama e o Hope q perdeu a mãe, devido à maldade e preconceito humana, a cena d Purge, no ínicio, meteu-m nojo e revolta, pois me relembrou o holocausto, e faz mesmo dar um exerto d porrada ao patriarca Disley. De certa forma, toca em algo muito actual a todos nós. E q é importante ñ acreditar em tdo, q nos é dito, pois nos pode levar ao fanatismo, daí o verdadeiro vilão do jogo, seja o fanatismo das pessoas e dos fal'cies (dividandes do jogo). A linearidade é óbvia, pois, eles são foragidos, pois são pulse l'cie, ñ esperamos q al'qaeda ou lhamas, andassem pela boa, em Nova york ou noutra cidade. E tds jogos são lineares, pois tem objectivos, señ ficarias sem sber o q se tinha d fazer, pa se avançar no jogo. As batalhas são dinâmicas, mas ao contrário d KH, ñ basta só carregar no "X", o auto-battle ajuda, mas em alguns casos, estratégia e timing tm uma importância preponderante. E ver os personagens e os monstros num ambiente 360º e 3D, a escolher o melhor ponto pa atacar, é fixe, em vez do ffx, q tudo era algo estático apesar do 3D. Pa quem gosta de jogar rpgs no pc e demora a pensar cm se tivesse a jogar xadrez, esqueçam. Caso contrário, comprem :)!!!
itachitosasuke
12-06-2010 22:35:02
Eu considero este jogo mesmo Espectacular!!!
Desde o início até ao fim do jogo, estamos sempre a avançar na história e esta nunca nos desilude, pois é deveras surpreendente e interessante. A originalidade desta história é de valorizar, dado que nenhum outro Final Fantasy tinha uma história sequer parecida. Cada personagem tem a sua personalidade bem definida e eles vão contando-nos mais acerca de cada um à medida que avançamos no jogo.
Os gráficos são simplesmente MARAVILHOSOS e da banda sonora nem se fala: Melhor não podia ser!!!
Apesar de não ter muitos sidequests, e de não ter nenhum BOSS Opcinal Super Difícil (como era o PENANCE ou a ULTIMA WEAPON), considero mesmo que o jogo está EXCELENTE!!!
Jakejonh
31-05-2010 19:59:42
para mim o jogo ser linear ou não , não me importa, todos os FF foram sempre assim(pelo menos os que eu joguei) e toda a gente gostou desses jogos( por exemplo, Final Fantasy X), e é o que eu tenho mais dificuldade em passar, para quem souber, digam-me como se pode vencer Barthandelus no Capítulo 11
Pandamix
22-05-2010 21:59:30
Eu arrependi comprar este jogo. A história no início não é contada da melhor maneira, apenas me deixou confuso, sempre a falar dos L'Cie e fal'Cie, tal como outros elementos do jogo, e nunca explicam o que raio é aquilo. É como ir ao cinema para ver um filme e estar alguém à entrada da porta prontos para nos dar um glossário para podermos entender o raio do filme.
Parece que estamos sempre a andar por corredores devido a ser demasiado linear, e parece que a Square Enix quer que o jogo jogue por si mesmo, já que agora só se controla 1 personagens de 3 que temos na equipa, e acho isso uma decisão mesmo má.
Dizer que o jogo torna-se interessante e melhor a partir do meio nunca deveria ser um argumento de venda, mas para os fãs (ou devo dizer fanboys) é.
Enfim, o Final Fantasy que conheci já não existe.
Sário
16-05-2010 21:24:03
Comprei o jogo á pouco tempo e estou a gostar muito. Principalmente da história. Cumps
danteMdie
07-04-2010 22:10:23
É um grande jogo, mas para quem está habituado a seguir Final Fantasy há já alguns anos, dá a sensação que falta alguma coisa... Não é que me queixe da linearidade e falta de exploração (os graficos e a forma como a história é contada suplantam isso), mas há alguma coisa que falha.

De qualquer das formas, também acho que é o FF com o sistema de batalha mais original e activo de todos - se ouvem dizer que o jogo é fácil e é só carregar no X desenganem-se. À medida que vão avançando na história vão sentir necessidade de fazer muuito grinding. Caso se dêem ao trabalho de tentar ganhar todos os trofeus, então podem ter a certeza que atingir o maximo dos stats de todas as personagens não é suficiente para conseguir muitas das missões. Vão precisar de perder horas sem jeito a tentar arranjar milhões de gil para "construirem" as ultimate weapons. Vão precisar de experimentar e procurar muitos equipamentos para vos safar de bosses.

De todos os ff que já joguei (desde 7 ao 13, passando pelo 4,5 e 6 lol) este é claramente o mais desafiante em termos de dificuldade.
Jakejonh
05-04-2010 13:39:42
J.B, este jogo só tem 13 capítulos e só podes andar livremente a partir do capítulo 11, mas não é no princípio, acho que é depois de derrotares o Eidolon do Hope(que é onde eu estou)
GMDT
04-04-2010 21:36:43
Concordo com a nota pois desde k comesei a jogar no dia 9 do més pasado fikei msm mt surpreso com o jogo esta mt bem elaburado..
e digovos k é o jogo k + tempo me esta a levar a pasar.. lol
J.B
01-04-2010 10:56:54
eu no inicio tambem achava as coisas um pouco confusas, e embora os graficos estivessem fantásticos, eu achava que podia estar melhor, porque tinhamos de ir sempre em frente, nao podiamos andar pelo mundo, nem escolher as personagens, e eu ja estava farto, porque por exemplo, o snow apanha a shiva e depois passas prai 5 capitulos sem usar o snow.
Só agora no capitulo 10 (que é onde eu estou) é que os podemos usar livremente.
Agora única coisa que está a faltar agora, e que probavelmente a partir do capitulo 15 prai, ja deve começar a haver é o poder-mos andar onde quisermos, irmos para a frene, para tras, andar nas airships para todo o lado...

Mas mesmo assim está, e ai dele que nao estivesse, melhor que o 10 nao muito muito mas está um bocado
PerfectGold
31-03-2010 16:10:33
este jogo supreendeu-me muito em termos de graficos e jogabilidade.
e uma justa nota
daniobeita
31-03-2010 11:44:18
este jogo e espectacular
DADOS
Editora: Square Enix
Criadora: Square Enix
Distribuidora: Ecofilmes
Género:Role Playing Games
Data de Lançamento: 09/03/2010
Outras versões:
NOTAS

94
Excelente

83
Bom
100



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